Nos dias atuais, convivemos com inúmeros embates entre antigas tradições, dogmas religiosos e a mudança social que precisa ser acompanhada pela política no âmbito de formação de novas leis legalizando costumes antigamente censurados.
Dentre os casos de maior polêmica podemos citar o projeto de lei que, proibia qualquer tipo de criminalização aos homossexuais, seja ele no âmbito físico ou metafísico. Neste caso os partidos políticos vinculados a religiões foram pro eminentemente contra, uma vez que por determinadas crenças é considerado algo errado ter algum relacionamento amoroso com pessoas do mesmo sexo.
Estas discordâncias vão além do plenário, pois ainda dentro do exemplo citado podemos lembrar-nos de protestos em frente ao palácio da república: contra - por parte de fiéis de determinadas religiões; e prós - por simpatizantes do movimento homossexual.
Portanto, fica a pergunta: A religião deve ser algo relevante dentro da política? A resposta pode variar de acordo com a formação de cada individuo, no entanto, não podemos esquecer que a política é o meio para organizar e normatizar a sociedade. Assim, como defendia Kelsen, filosofo alemão e estudioso do direito, o direito que é formado pelas leis, as quais devem estar livres de pré-julgamentos, influências ou pré-conceitos individuais, assim chamada à teoria pura do direito, desta forma este conceito deve ser aplicado tanto na formação de leis como em sua aplicação.
Com esta forma de pensar a política e o direito podemos desenvolver leis e normas atuais, ligadas diretamente a realidade social.


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